Maior atividade física associada a menor risco de depressão e melhor bem-estar
Uma investigação realizada com jovens portugueses indica que existe uma associação positiva entre a prática de exercício físico regular e indicadores de saúde mental, incluindo níveis mais baixos de sintomas depressivos.
O estudo avaliou padrões de atividade física e saúde mental em adultos jovens (18-25 anos) e concluiu que aqueles que praticam exercício com regularidade tendem a apresentar melhores resultados em medidas psicológicas, sugerindo que a combinação de movimento e cuidados de saúde pode influenciar positivamente o equilíbrio emocional. Além disso, resultados secundários mostraram que o índice de massa corporal (IMC) pode também ter um papel na manifestação de determinados sintomas depressivos, o que reforça a importância de uma abordagem integrada entre atividade física, nutrição e saúde psicológica.
Estes achados apoiam a recomendação de organizações internacionais para que a atividade física seja considerada um elemento central na promoção da saúde mental, complementando intervenções terapêuticas e estratégias preventivas. A evidência científica aponta que exercícios regulares — mesmo de intensidade moderada — podem contribuir de forma significativa para uma melhor saúde física e mental, impulsionando tanto a resiliência emocional como a qualidade de vida.





